domingo, 28 de junho de 2009

Trilha sonora

Hoje estou de poucas palavras e muitas canções... vou deixar vocês com uma música que fez parte da trilha sonora da microssérie apresentada na Globo, Capitu, Beirut - Elephant Gun.

Beijos, beijos, beijos \o/





P.s.: Para Paty...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Back the Neverland

A estória que irei narrar se assemelha muito com o clássico infantil Peter Pan, a conhecida trajetória do menino prodígio que esqueceu de crescer. Ela é rodeada de lendas, magia e pó de pirilipimpim.

A fábula começa em Gary (Indiana-USA), no dia 29 de agosto de 1958, quando nasce Michael Jackson, o sétimo filho de Joseph e Katherine Jackson. Ao todo eram nove irmãos que viviam aprissionados pelo pai, entretanto, os meninos escapavam para a casa dos vizinhos onde tocavam e faziam música. Um certo dia o pai reconhecendo o talento dos jovens garotos, resolveu ganhar dinheiro com isso. Estava criada a banda “Jackson Five”, e a partir dali Michael começou a alçar voo, rumo as estrelas e ao infinito, com os álbuns ‘Got To Be There’, ‘Ben’, ‘Music & Me’ e ‘Forever, Michael’.


Mas como todo conto encantado, o mocinho sofria maus tratos, seu pai o batia frequentemente e o atemorizava psicologicamente. Certa vez Michael e seus irmãos foram dormir no quarto de um hotel e deixaram a janela aberta. Joseph escalou a janela com uma máscara no rosto e deu um susto nos irmãos, somente para ensiná-los a não deixar a janela aberta quando fossem dormir.
O tempo passava e o menino estava crescendo, já se tornara um adolescente, e por muitas vezes passou por crises de depressão por não aceitar a condição humana de crescer, tal como o jovem Peter.

Em 1979 Michael gravou seu primeiro álbum solo o ‘Off the Wall’, que se tornou o disco de black music mais vendido da história americana, mas mesmo com todo esse sucesso Michael continuou no grupo com os irmãos atendendo a pedidos de sua mãe. Porém, o estrelato o chamava, ele se inquietava, e em 1982 lançou ‘Thriller’, o álbum mais vendido de toda a história, com mais de 106 milhões de cópias vendidas por todo o mundo.

Michael estava em pleno voo, coberto de pó mágico e pensamentos bons. Aclamado como o “King of pop”, ele vivia na Neverland, rodeado de brincadeiras infantis, animais encantados e meninos perdidos. Neverland, rancho onde morou, está situado a 200km de Los Angeles, em Santa Barbára, na Califórnia, além de contar com uma imensa mansão, possui zoológico e um parque de diversão.

Além de ‘Off the Wall’ e ‘Thiller’, Jackson gravou ainda em carreira solo ‘
Farewell my Summer Love’, ‘Bad’ , ‘Dangerous’, ‘HIStory: Past, Present and Future – Book’, ‘Invincible’, trabalhos que o tornaram o homem mais conhecido mundialmente.
Entretanto, aquele velho menino esqueceu-se da terra do nunca, de pensar em coisas boas e do pó de pirilimpimpim, e aquele voo maravilhoso se transformou em queda livre. Jackson era um adulto e teria que enfrentar o mundo real. Teve seu nome envolvido em inúmeras polêmicas e escândalos. Sofreu vários e graves problemas de saúde, viciou-se em analgésicos e antidepressivos, perdeu sua fortuna e sua mansão, foi acusado de pedofilia. O mundo de fantasias ao seu redor estava desmoronando.

Porém, o Rei do Pop estava disposto a dar a volta por cima e no início de 2009, depois de anos longe dos palcos, anunciou uma nova turnê, que teve os ingressos esgotados em poucos dias.


Mas o destino mudou seu curso, e na tarde de ontem (25 de junho de 2009) ele faleceu vítima de parada cardíaca, aos 50 anos de idade, em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos.

A comoção é mundial, fãs choram sua morte em todos os cantos do mundo. E assim como sua vida, a sua morte também está imbuída de mistérios e antagonismos.

Michael Jackson fez história por quatro gerações, transformou-se em lenda, em um mito da música popular mundial por seu estilo todo próprio de dançar e cantar. E sem dúvida toda a magia e fascinação que envolve seu nome jamais serão esquecidas.

O homem Michael morreu, mas o menino voltou para a Terra do Nunca.


Beijos, beijos, beijos \o/





quarta-feira, 24 de junho de 2009

Feliz Ano Velho

"Subi numa pedra e gritei:
— Aí, Gregor, vou descobrir o tesouro que você escondeu aqui embaixo, seu milionário disfarçado.Pulei com a pose do Tio Patinhas, bati a cabeça no chão e foi aí que ouvi a melodia: biiiiiiin.Estava debaixo d’água, não mexia os braços nem as pernas, somente via a água barrenta e ouvia: biiiiiiin. Acabara toda a loucura, baixou o santo e me deu um estado total de lucidez:“Estou morrendo afogado.” Mantive a calma, prendi a respiração, sabendo que ia precisar dela para boiar e agüentar até que alguém percebesse e me tirasse dali. “Calma, cara, tente pensar em alguma coisa.” Lembrei que sempre tivera curiosidade em saber como eram os cinco segundos antes da morte, aqueles em que o bandido com vinte balas no corpo suspira..."

Hoje eu quero falar sobre um livro que li há um tempo já, talvez uns dois anos atrás. Você pode estar se perguntando por que falar dele agora? Na verdade eu já até comentei sobre ele aqui no blog, mas não me aprofundei na história, nem no que aprendi com essa leitura.

Em um dia qualquer, há uns dois anos atrás, eu estava na casa do meu namorado e ele me chamou pra ir a um quartinho dos fundos, calma gente, não é isso que vocês estão pensando... ele só queria procurar umas ferramentas, é que o tal quartinho é cheio traquitanas e caixas de livros velhos. Enquanto ele procurava o que precisava eu fiquei mexendo nesses livros, e achei um best-seller dos anos 80, que eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha tido a oportunidade de ler, e estava lá esquecido e todo empoeirado, então pedi emprestado. Mal sabia eu que aquele livro velho, de páginas amareladas iria mudar minha vida.

Mas, chega de suspense, e vamos ao que interessa. O nome do livro é “Feliz Ano Velho” de Marcelo Rubens Paiva. Uma obra autobiográfica lançada em 1982. Conta a história de um rapaz, que ainda na infância, teve o pai, o deputado Rubens Paiva, assassinado pela ditadura. E aos 20 anos de idade em uma viagem de fim de semana com uma turma de amigos, em uma brincadeira pulou num lago atrás do “tesouro do tio Patinhas” e bateu a cabeça em uma pedra rachando a coluna vertebral, a brincadeira custou-lhe os movimentos do corpo, já que ficou tetraplégico. Uma história, que a princípio pode parecer trágica, na verdade é uma história de superação, cheia de emoção, com toques até de bom-humor, por que não?! Conta-nos a trajetória de um jovem que viveu plenamente como se cada minuto fosse o último.

A princípio sua reação foi de negação, ele não conseguia aceitar o fato de ficar daquele jeito para sempre. Como quando ele recebeu alta do hospital, ele pensou: “Esse médico filho da puta (desculpe a expressão, mas ele era assim) vai me dar alta, sendo que ainda estou paralisado, eu ainda não estou bom!”. Depois ele foi percebendo, e aceitando, que aquela sua condição era permanente, e só o que restava era tentar conviver com aquilo da menor maneira possível. Como ele mesmo disse um ano após o acidente. “Meu futuro é uma quantidade infinita de incertezas. Não sei como vou estar fisicamente, não sei como irei ganhar a vida e não estou a fim de passar nenhuma lição. Não quero que as pessoas me encarem como um rapaz que apesar de tudo passa muita força. Não sou modelo para nada. Não sou herói, sou apenas uma vítima do destino, dentre milhões de destinos que nós não escolhemos. Aconteceu comigo. Injustamente, mas aconteceu. É foda, mas que jeito...".

No decorrer do livro nós vamos percebendo que precisamos de tão pouco pra ser feliz. Deparamos-nos com situações, diria até constrangedoras, de por exemplo ele não poder se vestir sozinho, nem escovar os dentes. São situações que nos fazem parar pra pensar e valorizar as pequenas coisas do nosso dia-a-dia nas quais nem damos importância, tornam-se tão banais que nem percebemos o quão maravilhosas elas são.

Ele conta ainda a importância dos seus amigos, que sempre estavam lá com ele cantando, tocando violão, contando piadas, fazendo daquele momento de dor o mais leve possível. Conta-nos ainda a saudade que sentia de fazer pequenas coisas com cada um deles, como ir ao shopping, tomar sorvete...

São doze meses deitado em uma cama, dose meses de uma recuperação lenta e dolorosa, dose meses de reflexão, detalhes da sua vida que se passavam como se fosse em uma tela de cinema, detalhes antes irrelevantes tomando grandes proporções, e ele ali sem poder se mexer, com uma coceira desgraçada que uma enfermeira bondosa ajudava a coçar. Depois veio o tratamento, ele começou a conviver com pessoas que como ele tinham perdido seus movimentos e que tocavam a vida de formal natural, tentando ser independentes dentro do limite de suas condições. E vieram os exercícios, as fisioterapias, com o tempo ele já podia mexer as mãos, depois os braços.

O ano novo se aproxima, os amigos não faltam, a mãe (grande guerreira) continua ali firme e forte, as irmãs (sempre tão queridas) seguram sua mão. Mesmo em uma cadeira de rodas é preciso continuar, sua mente não está paralisada. Após um ano de muitas mudanças, as pernas estavam redondas, ele estava mais magro, com barba. Nada resta a fazer, apenas desejar a si mesmo um FELIZ ANO VELHO, pois não terá um novo. Não sabe se estaria melhor morto, mas não quer pensar.

"Levei um ano para escrever este livro, tinha 26 anos. Ouvia Clash, era punk. Fiz só um tratamento depois de escrever, é meu livro mais visceral. É um livro que tem muitos flash-backs, que apareciam quando eu estava cansado de escrever a história principal, do acidente, e começava a falar sobre outras coisas. É um livro sobre construção de identidade, de fé, não é só um livro sobre o acidente"(Marcelo Rubens Paiva)


Voltando pra pergunta do início do texto: por que falar nesse livro agora, depois de dois anos? Na verdade desde aquele dia a história desse jovem rapaz faz parte de mim, da minha percepção de mundo. Foi uma história que me tocou profundamente e que jamais esquecerei.



Foto atual do escritor Marcelo Rubens Paiva



Trecho do livro:

"De repente vejo pousar uma nota de cinqüenta cruzeiros no meu colo. Era uma velha que tinha jogado e saído rápido. A princípio não entendi, mas depois não agüentei e caí na gargalhada. Ela tinha me dado uma esmola. E como dissera meu amigo paraplégico Silvio: ser deficiente também tem suas vantagens".



Beijos, beijos, beijos \o/

terça-feira, 23 de junho de 2009

"Por isso cuidado meu bem..."

Tome continha de você meu bem
Pra que ninguém te tire de mim
Eu sei que a tentação anda soltinha por ai
Por isso, se aparecer uma moça assim
Cheia de veneno e mistério assim
Lembre-se te todo o amor que lhe dou
E sempre tome continha de você
Tome, por favor
Vai ser preciso muita força pra resistir

Tenha fé no nosso amor
E guarde ele todinho pra mim

Pense na vidinha tão boa que lhe dou
E sempre tome continha de você
Fique bem quietinho, meu bem
Pois tenho medinho,
Já pensou se elas descobrem o quão querido você é?!

É muito perigoso
Por isso tome continha de você
Que eu sei cuidar de mim



Inspirada em Dolores Duran... muito massa essa mulher!

Beijos, beijos, beijos \o/

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Prato do dia: churrasqinho de jornalista


Segundo decisão do Supremo Tribunal Federal e do seu digníssimo e excelentíssimo senhor presidente, o ministro Gilmar Mendes, não será mais necessário o diploma de jornalismo para o exercício da profissão. E agora? O que faço? Rasgo o meu ou transformo em churrasquinho? Afinal ele não tem mais validade. Então para que eu me formei afinal, se qualquer um está habilitado a fazer o que faço?

Eu vos digo agora para que me formei em comunicação afinal, foi para dar a sociedade o que lhe é de direito, que é a informação responsável, de qualidade, ética e democrática. E vos digo ainda mais, sem querer puxar sardinha pro meu lado, não é qualquer um que está apto para tal tarefa. Pois é na academia que temos a oportunidade de aprender e discutir sobre aspectos das sociedades e suas complexidades tecnológicas, é na escola que aprendemos os procedimentos adequados e éticos para se obter a informação de modo lícito, é na escola que aprendemos como manipular a imagem, a manter o sigilo da fonte, é na escola que discutimos sobre o que é público e privado, é na academia que temos a oportunidade de pensar no fazer jornalístico de forma profissional e ética, de refletir sobre o papel da comunicação, de debater sobre responsabilidade social, é lá que aprendemos as conseqüências de uma informação mal passada ou mal checada, é lá que estudamos a fundo teorias desenvolvidas por pensadores em comunicação, é lá que desenvolvemos nosso senso crítico sobre o mundo, é na academia que há laboratórios de telejornalismo, de radiojornalismo, de jornalismo impresso, planejamento gráfico, fotojornalismo, revista, documentário, webjornalismo, dentre outros.

O argumento do STF para o fim da obrigatoriedade do diploma é de que com ele a liberdade de expressão está sendo prejudicada, cerceada. Mas como? Hoje qualquer um pode se expressar, falar o que pensa, exemplo disto são os milhares de artigos escritos por médicos, advogados, arquitetos..… publicados diariamente em jornais, revistas, portais. Sem contar que com o advento da internet hoje qualquer um pode ter sua própria página pra expressar suas idéias, seus pensamentos. Penso que o jornalismo nada mais é que um instrumento de expressão da sociedade.

Para mim o que o excelentíssimo senhor Gilmar Mendes e a corja do STF querem nada mais é do que acabar com a única categoria capaz de investigar e tornarem públicas suas falcatruas, sua falta de compromisso com a sociedade. O que eles querem é abafar suas imoralidades, suas depravações e a baderna que se tornou o poder judiciário neste país.

Orgulho-me e muito desses 4 anos que passei na universidade, porque tudo o que aprendi lá me tornou uma profissional do jornalismo, profissão esta que deve ser aprimorada ao longo de toda a vida, pois a comunicação é uma área muito ampla, e sempre a mais, e mais, e mais a ser aprendido, afinal ela é uma área interdisciplinar. ;]

Por todos esses, e muitos outros motivos, deixarei meu diploma, orgulhosamente, emoldurado e pendurado na parede.

Beijos, beijos, beijos \o/

Ôdo, axé ôdo!

Gente, eu falei da música "Muito Obrigado Axé" no post passado e achei que fiquei devendo um videozim dela aqui... Então vim me redimir e postá-lo.





Beijos, beijos, beijos \o/

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Muito Obrigado Axé!


Incrível como uma coisa leva à outra. O post passado me trouxe até este aqui.

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Como vocês sabem eu assisti, e adorei o dvd da Ivete, e tem uma música que gostei em especial a "Muito Obrigado Axé", que é uma composição de Carlinhos Brown que Ivete canta com Bethânia, e tem uma musicalidade que me atrai, é festiva, alegre. Meu namorado costuma dizer que gosto de música de macumba...ueheuheueh, mas é que a percussão, a sonoridade, me trazem boas vibrações, me causam boas sensações. A letra da música fala sobre o candomblé, sobre os orixás e começa com uma saudação: Odô, axé! Eu, como super curiosa que sou, quis saber o que significava e fui pesquisar. Descobri que cada orixá tem sua própria saudação e que "Odô" é a saudação da mãe de todos os orixás: Iemanjá, e axé como todos sabem é desejo de coisas boas, de paz. Descoberto isto fiquei curiosa pra saber quais as cacterísticas de cada orixá.

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Pesquisei.

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Depois quis saber qual o orixá que me guia. E através do meu signo descobri que sou filha de Oxum, que é o orixá da fertilidade e da riqueza, símbolo também da sexualidade e, por isso, está associado ao signo de Touro.

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E indo mais adiante quis saber mais sobre ele.

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OXUM


Dia: Sábado

Cores: Amarelo – Ouro

Símbolo: Leque com espelho (Abebé)

Elemento: Água Doce (Rios, Cachoeiras, Nascentes, Lagoas)

Domínios: Amor, Riqueza, Fecundidade, Gestação e Maternidade

Saudação: Eri Yéyé ó!

Na Nigéria, mais precisamente em Ijesá, Ijebu e Osogbó, corre calmamente o rio Oxum, a morada da mais bela Iyabá, a rainha de todas as riquezas, a protectora das crianças, a mãe da doçura e da benevolência. Generosa e digna, Oxum é a rainha de todos os rios e cachoeiras. Vaidosa, é a mais importante entre as mulheres da cidade, a Ialodê. É a dona da fecundidade das mulheres, a dona do grande poder feminino. Oxum é a deusa mais bela e mais sensual do Candomblé. É a própria vaidade, dengosa e formosa, paciente e bondosa, mãe que amamenta e ama. Um de seus oriquis, visto com mais atenção, revela o zelo de Oxum com seus filhos: O primeiro filho de Oxum chama-se Ide, é uma verdadeira jóia, uma argola de cobre que todos os iniciados de Oxum devem colocar nos seus braços. Oxum não vê defeitos nos seus filhos, não vê sujidade. Os seus filhos, para ela, são verdadeiras jóias, e ela só consegue ver seu brilho. É por isso que Oxum é a mãe das crianças, seres inocentes e sem maldade, zelando por elas desde o ventre até que adquiram a sua independência. Seus filhos, melhor, as suas jóias, são a sua maior riqueza.

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Características dos filhos de Oxum
Dão muito valor à opinião pública, fazem qualquer coisa para não chocá-la, preferindo contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia. São obstinadas na procura dos seus objectivos. Oxum é o arquétipo daqueles que agem com estratégia, que jamais esquecem as suas finalidades; atrás da sua imagem doce esconde-se uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social. Têm uma certa tendência para engordar, a imagem do gordinho risonho e bem-humorado combina com eles. Gostam de festas, vida social e de outros prazeres que a vida lhes possa oferecer. Tendem a uma vida sexual intensa, mas com muita discrição, pois detestam escândalos. Não se desesperam por paixões impossíveis, por mais que gostem de uma pessoa, o seu amor-próprio é muito maior. Eles são narcisistas demais para gostar muito de alguém. Graça, vaidade, elegância, uma certa preguiça, charme e beleza definem os filhos de Oxum, que gostam de jóias, perfumes, roupas vistosas e de tudo que é bom e caro. O lado espiritual dos filhos de Oxum é bastante aguçado. Talvez por isso, algumas das maiores Yalorixás da história do Candomblé, tenham sido ou sejam de Oxum.

*
E você também ficou curioso pra saber qual seu orixá?!
Então consulte aqui:
http://www.astrologosastrologia.com.pt/horoscopos_signos=os_orixas_e_o_seu_signo.htm


Eri Yéyé ó! Pra todos ;]



Muito Obrigado Axé



Odô,axé odô
Axé odô


Isso é pra te levar no ilê
Pra te lembrar do badauê
Pra te lembrar de lá
Isso é pra te levar no meu terreiro
Pra te levar no candomblé
Pra te levar no altar
Isso é pra te levar na fé
Pois Deus é brasileiro
Muito obrigado axé
Ilumina o Mirin Orumilá
Na estrada que vem a cota
É um Malê é um Maleme
Quem tem santo é que entende
Quanto mais pra quem
Tem Ogum,missão e paz
Quanto mais pra quem
Tem idéais e os orixás
Joga as armas pra lá
Joga,joga as armas pra lá
Joga as armas pra lá
Faz a festa
Joga as armas pra lá
Joga,joga as armas pra lá
Joga as armas pra lá
Faz um samba
Joga as armas pra lá
Joga,joga as armas pra lá
Joga as armas pra lá
Traz a orquestra
Joga as armas pra lá
Joga,joga as armas pra lá
Joga as armas pra lá
Faz a festa

Odô,axé,odô
Axé,odô
Axé,axé,odô


Beijos, beijos, beijos \o/